Um ano após o início das obras na Ponte Maurício Joppert, que liga os Estados de São Paulo e Mato Grosso Sul, as mesmas seguem sem sequer terem sido concluídas em um lado da pista (2.550 metros). Desde março do ano passado, mês do começo da revitalização, o trânsito é organizado no esquema “pare e siga”, ou seja, um lado é bloqueado enquanto outro é liberado e vice-versa. Desta forma, é inevitável os congestionamentos que demandam em média 40 minutos de espera para transpor a ponte. Quem a utiliza avalia como positiva a manutenção, no entanto, não deixa de comentar o transtorno gerado pela demora.
Enquanto os motoristas aguardam ansiosos para seguir o trajeto e desempenhar suas tarefas e viagens, alguns trabalhadores aproveitam para faturar. Vendedores ambulantes marcam presença na ponte, onde comercializam água, refrigerantes, doces, salgados, produtos de limpeza para carros, entre outros. O calor dentro dos veículos ocasionado pelo sol forte força os condutores a descerem e procurarem sombras nas proximidades. Quem possui o recurso do ar condicionado sequer desliga o motor e permanece no interior do veículo. Fonte: Eriberto Margarizo Purga, de O Imparcial
Enquanto os motoristas aguardam ansiosos para seguir o trajeto e desempenhar suas tarefas e viagens, alguns trabalhadores aproveitam para faturar. Vendedores ambulantes marcam presença na ponte, onde comercializam água, refrigerantes, doces, salgados, produtos de limpeza para carros, entre outros. O calor dentro dos veículos ocasionado pelo sol forte força os condutores a descerem e procurarem sombras nas proximidades. Quem possui o recurso do ar condicionado sequer desliga o motor e permanece no interior do veículo. Fonte: Eriberto Margarizo Purga, de O Imparcial
Fonte: jornalintegracaopv.blogspot.com


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