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terça-feira, 24 de abril de 2012

Pesquisa revela inflação de 5,75% nos supermercados de Prudente


No último mês, o IPT (Índice de Preços Toledo) registrou inflação de 5,75%, um aumento considerável no valor da cesta básica. A pesquisa realizada no dia 16 de março constatou que o consumidor gastava R$ 355,76 para a compra de uma cesta básica em Presidente Prudente. Nesta pesquisa, realizada na semana passada, este valor ficou em R$ 376,21.
Foto: Arquivo/ ABr
Preço do quilo do alho teve variação de 127,40%
Preço do quilo do alho teve variação de 127,40%
A maior inflação entre março e abril ocorreu no grupo de higiene pessoal com 11,95%. Um dos produtos que contribuiu para esta alta foi o shampoo (340-350ml) com uma alta de 10,56%.
Seguindo a tendência de alta, o grupo de alimentos registrou uma inflação de 5,32%. Os produtos que mais contribuíram com esta redução foram a batata (kg) com 26,83%e o feijão tipo carioquinha (1kg) com aumento de26,73%.
O grupo de artigo de limpeza apresentou uma inflação de 1,66% nesta pesquisa. Os produtos que mais contribuíram para esta inflação foram o desinfetante (tipo pinho) (500ml) e o sabão em pó (1kg),  com aumento de 17,46% e 2,97% respectivamente.
Alguns produtos apresentaram uma significativa diferença de preços entre os locais pesquisados, como no caso do alho (kg), sendo encontrado entre R$6,97 e R$15,85, variação de 127,40% e a linguiça fresca (kg) com variação de 100,25% cujos preços se encontram entre R$ 3,99 a R$7,99.
O IPT registra uma inflação de 8,96% nos últimos 12 meses.
A concorrência entre os supermercados dá ao consumidor a oportunidade de economizar até 37%, pois, comprando uma unidade de cada produto pelo maior preço, ele gastaria R$ 163,68. Já se a sua compra fosse feita pelo menor preço de cada

quarta-feira, 18 de abril de 2012

GRANDES BANCOS PRIVADOS ENTRAM "NA LINHA"

BRASESCO, ITAÚ UNIBANDO, HSBC, SANTANDER,  COM TAXAS MENORES



O Itaú Unibanco completou nesta quarta-feira a lista dos grandes que decidiram reduzir as taxas de juros. O Bradesco também fez o anúncio hoje, após HSBC e Santander. As novas taxas entram em vigor na segunda-feira (23).


Os quatro seguem um movimento iniciado pelo Banco do Brasil e pela Caixa no início deste mês. Os dois bancos públicos lançaram programas com taxas menores depois de reclamações da presidente Dilma Rousseff sobre o patamar elevado dos juros praticados pelo sistema financeiro no Brasil.


Desde então, o governo pressionava as instituições privadas a aderir ao movimento para diminuir as taxas oferecidas ao mercado. A medida seria também uma forma estimular a economia para garantir um nível de crescimento mais robusto neste ano.


Segundo o Itaú, todos os clientes com conta corrente terão o benefício de redução de taxas para financiamento de veículos e no crédito consignado INSS, para as novas operações contratadas nas agências da instituição.


"É natural que nas operações de crédito onde há mais garantias é sempre possível oferecer taxas mais baixas, como as do consignado e a de veículos. Aprimorar o ambiente regulatório é importante para obtermos taxas de juros mais baixas", Roberto Setubal, presidente do Itaú.
No caso do financiamento de veículos, a taxa mínima sofrerá redução de 8%. A nova taxa mínima será de 0,99% ao mês e será válida para clientes correntistas há mais de um ano, em operações com 50% de entrada e parcelamento em até 24 meses. Nos empréstimos consignados para beneficiários do INSS, a taxa mínima foi reduzida para 0,89%, e a máxima, para 2,20% ao mês.


BRADESCO
Com o anúncio da redução nesta quarta-feira, o Bradesco afirma que a decisão está em "consonância com os objetivos de estímulo ao crescimento econômico".


Clientes pessoa física do Bradesco encontrarão taxas menores nas linhas de financiamento de veículos, aquisição de bens, crédito pessoal e no consignado para aposentados do INSS. O limite de crédito para pessoa física foi elevado em R$ 9 bilhões.


O banco disponibilizou uma linha de R$ 1 bilhão voltada a micro e pequenas empresas, para capital de giro e aquisição de máquinas. A taxa será reduzida de 5,56% a 2,90%.


Citando um incentivo à produção e vendas do setor automotivo, o Bradesco promete oferecer um adicional de R$ 6 bilhões aos bancos ligados a montadoras.


fonte: debateeptacio

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Salário mínimo de R$ 622 está publicado no Diário Oficial da União

O decreto que define o valor de R$ 622,00 para o salário mínimo a partir de 1º de janeiro de 2012 está publicado na edição desta segunda-feira (26) do Diário Oficial da União. O novo valor representa um aumento de 14,13% em relação ao atual, de R$ 545. Com o reajuste, o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 20,73 e o valor pago pela hora de trabalho será de R$ 2,83.
O método de reajuste do salário mínimo foi definido por meio de uma medida provisória aprovada pelo Congresso. A lei que fixa a política de reajuste do salário mínimo estabelece que o valor será reajustado, até 2015, com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do ano anterior mais a variação do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes.
O novo salário mínimo terá impacto de R$ 23,9 bilhões nos gastos públicos em 2012. A maior parte desse montante corresponde aos benefícios da Previdência Social neste valor, que serão responsáveis pelo aumento de R$ 15,3 bilhões nas despesas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

(Fonte - Agência Brasil)

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Índice que reajusta aluguéis tem leve queda em novembro

O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), medido pelo Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getulio Vargas) e que serve de base de cálculo para reajustes de aluguéis, ficou em 0,5% em novembro. A taxa é ligeiramente menor do que a de outubro (0,53%). No acumulado do ano, o índice registra elevação de 5,22%, e, nos últimos 12 meses, de 5,95%.
Aumentos ocorridos no varejo, principalmente, os reajustes nos preços dos alimentos, e também nos custos da construção civil, impediram uma redução maior da taxa. O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) teve alta de 0,43%, em novembro, ante 0,26%, em outubro, e o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) passou de 0,2% para 0,5% no período analisado.
A redução no ritmo de alta do IGP-M foi puxada pelo setor atacadista e também por variações menores nas cotações de commodities. O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) atingiu 0,52% ante 0,68%. O índice de matérias-primas brutas passou de 1,18% para 0,73%. Entre os produtos que levaram a esse resultado estão: minério de ferro (de 5,54% para 1,83%), mandioca (de 13,82% para 3,48%) e leite in natura (de 0,51% para -1,70%).
Em sentido oposto ocorreram altas nos seguintes itens: bovino (de -0,51% para 3,72%), aves (de -1,08% para 2%) e algodão em caroço (de -3,96% para 1,06%).

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Reunião na Fazenda trata do repasse de créditos ao setor de couro


Bragato ao lado do prefeito Tupã (esq.) em reunião com o secretário da Fazenda, Andrea Calabi



O deputado Mauro Bragato conduziu na tarde de segunda-feira, 17/10, reunião na Secretaria da Fazenda para tratar de questões fiscais relativas ao setor do couro de Presidente Prudente e da região. O próprio secretário Andrea Calabi recebeu o parlamentar e uma comitiva com cerca de 30 pessoas. Foram mais de três horas de conversa que culminaram com o secretário se comprometendo a buscar saídas possíveis para o problema do setor.
“Foi uma reunião difícil, mas conseguimos juntar todo mundo de Prudente envolvido na questão e a Secretaria acenou que está disposta a buscar solução”, disse Bragato. O parlamentar falou ainda que é preciso agir de maneira não-ortoxa, buscar soluções criativas. “Parece que o governo de São Paulo está sinalizando com investimentos em regiões menos favorecidas e esperamos que isso se concretize com políticas de desenvolvimento para a nossa região”, completou.
Estiveram presentes ao encontro, além de Bragato, o prefeito de Presidente Prudente, Milton Carlos de Mello, Tupã, os vereadores Nathanael Gonzaga, Douglas Kato, Clóvis de Lima e Oswaldo Bosquet, o diretor-presidente do Curtume Vitapelli, Nilson Riga Vitale, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Couro, Vicente Lopes da Silva, o presidente da Federação dos Trabalhadores do Couro, José Carlos Guedes, o ex-diretor regional do Ciesp, Fernando Carballal, representantes da Fiesp, o empresário Francelino de Souza Magalhães, vereadores da cidade de Pirapozinho, David Santos, Jeferson Henrique de Almeida e Ivan Zocante, e Fernando Vitale, do Curtume Touro. O deputado Ed Thomas (PSB) também esteve presente.
Anteriormente a esta reunião, a Câmara Municipal de Presidente Prudente também se mobilizou, realizando audiência para tratar do assunto. Na ocasião, os vereadores decidiram por elaborar uma moção de apoio e ouviram a Vitapelli, que está reivindicando a devolução de créditos retidos pelo governo estadual, falando até em fechar as portas caso isso não ocorra.



Fonte: http://www.maurobragato.com.br/

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Bancários marcam assembleia e greve pode terminar

Foto: Internet
A greve dos bancários, iniciada no dia 27 de setembro, pode terminar ainda nesta sexta-feira (14). Representantes da Federação Nacional de Bancos (Fenaban) e o Comando Nacional dos Bancários retomaram nesta manhã a rodada de negociações após quatro horas de reunião nessa quinta-feira (13).

O Sindicato dos Bancários de Prudente e Região convoca a categoria para assembleia que será realizada às 18h, na sede da entidade.

De acordo com o presidente do sindicato em Prudente, José Carlos Roberto (Café), existe a possibilidade de a greve ser encerrada nesta sexta-feira.

"Ontem foi suspensa a rodada de negociação e retomada hoje. Por isso estamos convocando a categoria para uma assembleia na sede do sindicato para avaliar a possível proposta que será feita pela Fenaban. Dependendo do que for proposto e os bancários aceitarem, a greve termina", garante.

Ainda segundo Café, a negociação iniciada ontem não teve avanço. A Fenaban mantém a proposta de 8% de reajuste; os bancários querem 12%. "Por isso que continua tudo parado ainda. Estamos aguardando um desfecho. A proposta de 8% não foi renovada. A expectativa é que seja feita nova proposta hoje", completa.

Funcionários de 89 agências da região aderiram ao movimento.


Fonte: www.portalprudentino.com.br

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Aviso prévio de até 90 dias começa a valer hoje

Entra em vigor a partir desta quinta-feira (13) a nova regra que concede aviso prévio de até 90 dias para demissões sem justa causa, dependendo do tempo de trabalho. A lei foisancionada sem vetos pela presidente Dilma Roussef na última terça (11).
Até então, os trabalhadores tinham direito a, no máximo, 30 dias de aviso prévio.

De acordo com o texto, o aviso prévio que o empregador deve conceder em caso de demissão passa a ser proporcional ao tempo de trabalho na empresa. Para quem tem até um ano de casa, nada muda, continuando os 30 dias até então previstos na Constituição.
Depois que completar um ano no emprego, o trabalhador ganha três dias a mais de aviso prévio para cada ano de serviço, podendo chegar a até 90 dias.

Nova regra pode prejudicar trabalhador que pedir demissão

No caso em que o próprio empregado pedir demissão, a ampliação do prazo poderá resultar emindenizações menores ou em um maior período em que o trabalhador é obrigado a ficar na empresa, sem poder procurar outro emprego.
O alerta é do especialista em direito trabalhista do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp) João Armando Amarante.
Segundo ele, isso decorre do fato de que o aviso prévio é aplicado de forma bilateral, onerando tanto a empresa quanto o trabalhador, conforme a situação. “A parte que rompeu o contrato terá de arcar com a indenização, seja o patrão que demitiu, seja o empregado que pediu para sair”, explica.

Mudança divide opinião de centrais sindicais

A aprovação da nova regra dividiu opiniões entre as maiores centrais sindicais brasileiras.

Enquanto a Central Única dos Trabalhadores (CUT) considerou a medida insuficiente.
Por outro lado, a Força Sindical, a União Geral dos Trabalhadores (UGT) e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) avaliaram que o texto poderia ser melhorado, mas que já garante mais direitos aos trabalhadores.
(Com informações de Valor, Infomoney, Reuters e Agência Brasil)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Portabilidade de crédito ainda é pouco conhecida dos clientes


Agência Brasil, às 09:26:00 de 08/09/2011

A portabilidade de crédito ainda é pouco procurada pelos clientes bancários. Segundo o Banco Central (BC), em junho, último mês com dados disponíveis, o volume transferido de uma instituição financeira para outra ficou em R$ 247,558 milhões, enquanto o saldo de crédito do sistema financeiro alcançou R$ 1,833 trilhão. A quantidade de operações de portabilidade registrou 28.832, com valor médio de R$ 8.586,24.

Assim como é possível mudar de operadora de telefone celular, os consumidores podem também fazer a portabilidade de crédito, que é a transferência, por solicitação do cliente, da operação de financiamento de uma instituição financeira para outra, que ofereça condições melhores em relação a juros, volume ou prazo. Para fazer a portabilidade, a pessoa deve procurar a instituição financeira para onde quer transferir a dívida. Essa instituição quita o empréstimo no outro banco, depois de negociar as condições com o cliente.

O consultor do Departamento de Normas do BC Anselmo Pereira Araújo Netto, destaca que os dados sobre a quantidade de operações de portabilidade não refletem totalmente os efeitos das medidas de incentivo do governo, adotadas há cerca de cinco anos. Isso porque a possibilidade de transferir o crédito dá ao cliente poder de negociação. Segundo ele, quando o cliente vai ao banco e diz que quer transferir o crédito para outra instituição, é comum o gerente cobrir a oferta.

O diretor adjunto de Produtos e Financiamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Ademiro Vian, entende que, apesar de não ser registrado volumes mais expressivos, a portabilidade deu ao consumidor maior poder de negociação e trouxe mais competitividade ao sistema financeiro. “Esses casos [de um banco cobrir a oferta do outro para evitar a portabilidade] são mais frequentes do que se pode imaginar no dia a dia das agências, mas isso não é registrado em lugar nenhum [em termos estatísticos]”, disse.

Mas apesar de a portabilidade estar disponível, a falta de informação faz com que os clientes deixem de buscar esse tipo de operação. “Os consumidores muitas vezes nem leem o contrato, não avaliam as condições e a educação financeira é limitada. Isso faz com que o direito não seja usado”, declarou Araújo Netto.

O especialista em finanças pessoais e professor de economia da Universidade de Brasília (UnB) Newton Marques também considera que esse tipo de operação é pouco conhecida pelos clientes. “As diferenças de condições e taxas de juros são muito grandes entre os bancos. Falta informação e cultura [hábito] dos consumidores de pesquisarem”

Fonte: Grupo Noticia

Freio na economia já reduz abertura de vagas com carteira e impacto é maior na indústria

BRASÍLIA - A desaceleração da economia no segundo trimestre do ano atingiu em cheio os empregos formais, sobretudo na indústria. No parque industrial, mais da metade dos subsetores pesquisados - sete dos 13 - já abre vagas em ritmo abaixo da média histórica mensal de criação de postos de trabalho. Também estão sofrendo os impactos o comércio varejista, a construção civil e até o setor de serviços, que vinha apresentando saldos bastantes elevados, nas atividades relacionadas ao comércio e à administração de imóveis e aos serviços técnicos profissionais. Estados e prefeituras também estão empregando menos funcionários com carteira assinada.

A conclusão é do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depec) do Bradesco, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, já descontados os fatores sazonais (por exemplo, épocas de maior contratação como Páscoa, carnaval e fim de ano). O resultado foi obtido a partir da comparação entre a média de criação de empregos de cada setor nos três meses encerrados em julho e a média mensal de geração de postos dos segmentos desde 1998, quando o banco iniciou a sua série histórica.

Queda de 40% entre agosto e dezembro

De acordo com o relatório do Bradesco, o país saiu de uma média mensal de 166 mil empregos com carteira criados no primeiro trimestre deste ano para 159 mil postos no segundo, caindo para 129 mil, conforme os dados iniciais, neste terceiro trimestre. A projeção do Depec aponta para uma geração média mensal de 100 mil entre agosto e dezembro - uma queda de 40% sobre o início de 2011.

- O PIB (Produto Interno Bruto, conjunto de bens e serviços produzidos no país) do segundo trimestre mais fraco reflete a acomodação da indústria, com acúmulo de estoques, depois de um primeiro trimestre forte. Isso faz os empresários olharem mais à frente, reduzirem os negócios e as contratações - afirmou o economista Leandro Câmara Negrão, do Bradesco.

Fonte: www.oglobo.globo.com



quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Orçamento fixa salário mínimo em R$ 619,21 para 2012

Da Agência Brasil

O governo propõe no Projeto de Lei do Orçamento da União para 2012 a correção do valor do salário mínimo em vigor em 13,6%. Isso representaria um reajuste dos atuais R$ 545 para R$ 619,21, a partir de janeiro de 2012. A informação é da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, que hoje (31) entregou aos presidentes do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e da Câmara, Marco Maia (PT-SP) o projeto de lei e o PPA (Plano Plurianual) para o período de 2012 a 2015.

O relator do Orçamento para 2012, na Comissão Mista de Orçamento, será o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP). O valor seguiu acordo firmado entre o então governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o Congresso de ter como regra para o reajuste anual do salário mínimo a inflação do ano anterior e o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes. Por essa fórmula, o mínimo de 2012 considera a inflação de 2011 mais o crescimento do PIB de 2010.

Em abril, a proposta prevista para o salário mínimo, no ano que vem, era R$ 616,34 de acordo com análise do Ministério do Planejamento.

Fonte: www.gruponoticia.com.br

sábado, 27 de agosto de 2011

Clássico deve aumentar vendas em até 40%, prevê Acipp

O clássico entre Palmeiras e Corinthians, que ocorre nesse domingo (28), às 16h, no Estádio Prudentão, deve aumentar o faturamento do setor de prestação de serviços, como transporte, hospedagem e alimentação, acredita o presidente da Associação Comercial e Empresarial (ACE - conhecida como Acipp), Ricardo Anderson Ribeiro.

"É esperado, em média, um aumento na ordem de 40% a mais em valores, comparado a fins de semana normais. Os principais beneficiados com essa injeção de cifras são donos de hotéis, restaurantes e lanchonetes, empresas de transportes, postos de combustíveis e lojas especializadas em artigos esportivos", relata.

Ainda segundo ele, em alguns locais o faturamento em razão do jogo chega a 80%. "Em outros, o lucro varia entre 10, 20, 30%. Por isso a projeção média que fazemos é de 40%, uma vez que a movimentação maior se dará em único dia”, adianta.

A partida de domingo é válida pela 19ª rodada do Brasileirão. Por ser a última rodada do primeiro turno, o clássico deverá atrair de torcedores locais e da região, até mesmo da capital e de outros estados como Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS) e Paraná (PR).

Ele ainda acrescenta que a cidade deverá continuar sendo beneficiada nos próximos dias ao se referir a 48ª Exposição de Animais de Presidente Prudente, que ocorre entre os dias 2 e 14 de setembro. “A circulação de mais pessoas na cidade, independentemente se elas têm ou não recursos para consumir aqui, acaba sendo benéfica. E mesmo como aquelas menos favorecidas. Isso porque se elas vieram é porque alguém está pagando suas contas. Quer dizer: eventos que fomentam a economia local”, encerra.

Fonte: Portal Prudentino

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

ECONOMIA: Aposentados podem ter isenção do imposto de renda a partir de 60 anos



Os aposentados e pensionistas pelo Regime Geral de Previdência Social poderão deixar de pagar o Imposto de Renda a partir do mês em que completarem 60 anos. O projeto de lei (PLS 76/11), aprovado ontem pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), será agora analisado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão terminativa. Se aprovada, a matéria seguirá logo para a Câmara dos Deputados, caso não seja apresentado recurso para votação pelo Plenário.

Segundo a autora da proposta,  Ana  Amélia  (PP-RS), o objetivo é "contribuir para minimizar a perda  dos  aposentados  e  pensionistas,  que  têm  visto  seus  rendimentos sendo achatados ano  a  ano". Ao  justificar  a  necessidade  do  projeto,  a  senadora  explicou que o reajuste do salário mínimo tem sido sistematicamente maior que o dos benefícios da Previdência. 

O resultado, de acordo com Ana Amélia, é que, atualmente, "nada menos que 69% dos benefícios já estão nivelados pelo piso e, em poucos anos, "todos eles estarão valorados, no piso, pelo salário mínimo".Em seu parecer pela aprovação da proposta, o relator, João Vicente Claudino (PTB-PI), concordou com os argumentos de Ana Amélia. 

O parlamentar ressaltou "estar convicto da validade e relevância das mudanças­ pretendidas".João Vicente lembrou ainda que aposentados e pensionistas com mais de 65 anos já estão contemplados com tratamento tributário diferenciado, que lhes concede, em última instância, "um aumento de renda". Segundo o senador, aos 60 anos de idade, "já estão presentes as condições que justificam a isenção propugnada". 




quarta-feira, 3 de agosto de 2011

IOF incidirá no pagamento de conta com cartão de crédito

Quem utilizar o cartão de crédito para quitar qualquer tipo de conta, como condomínio, luz e água, terá de pagar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incidente sobre operações de crédito. A alíquota do IOF para pessoas físicas é de 3% ao ano ou o equivalente a 0,0082% ao dia. Para a Receita Federal, que publicou hoje Ato Declaratório Interpretativo (ADI), no Diário Oficial da União (DOU), esse tipo de operação com cartão de crédito consiste na prática em empréstimo e, portanto, o imposto deve ser cobrado.
A Receita identificou que alguns bancos estavam recolhendo IOF nessas operações e outros não vinham fazendo o recolhimento. O governo aumentou em abril a alíquota do IOF para pessoa física de 1,5% para 3% ao ano para frear o crescimento do crédito na economia. Foi uma medida para auxiliar no combate às pressões inflacionárias.

Fonte: Por Adriana Fernandes | Agência Estado

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